[TV] Orphan Black – 1ª Temporada

Clonagem é um tema corriqueiro na ficção científica, ao ponto de que na atualidade ele já era pouco abordado pelos novos autores. Mas essa co-produção Canadá/EUA nos surpreende com uma nova leitura do assunto, numa série que caso não fosse protagonizada por uma atriz muito versátil, certamente não teria causado o mesmo impacto.

Sarah ManningOrphan Black é a história de Sarah Manning (Tatiana Maslany), mas também de Elizabeth Childs, Alisson Hendrix, Cosima Niehaus…e muitas outras.  A série começa quando Sarah está no metrô e presencia o suicídio de uma garota que se parece muito com ela. Após o susto inicial de ver uma “sósia” de si ser esmagada por um trem, Sarah acaba roubando os pertences deixados por Elizabeth Childs e ainda por cima vai até o apartamento dela pra tentar roubar mais coisas, e quem sabe usar os lucros para recomeçar a vida ao lado de sua filha Kira. Tudo parecia bem (bizarro, mas bem), Sarah poderia passar alguns dias em um bom apartamento, esvaziar a conta bancária da falecida e fugir da cidade com uma bolada. O problema é quando ela descobre que a semelhança entre ela e Beth não é mera coincidência, e se vê dentro de uma conspiração envolvendo clonagem ilegal de seres humanos.

A primeira temporada de Orphan Black foi veiculada em 2013, com a segunda com estréia marcada para Abril. E vale muito acompanhar essa saga.

Orphan-Black

Os primeiros minutos do primeiro episódio começam de maneira humilde, Sarah vê sua semelhança com Beth apenas como uma forma de ganhar dinheiro fácil, não tendo nenhum tipo de empatia com a morte dela. Mas ela não sabia que Beth era uma policial que além de estar envolvida em uma investigação da corregedoria, também fazia parte de um pequeno grupo de mulheres que haviam descoberto serem clones, mas cada uma com uma vida e personalidade totalmente diferente. Somem a isso uma organização religiosa que está tentando assassiná-las e empresas obscuras que criam e monitoram secretamente todos os seus clones, e temos um ambiente onde ninguém é confiável e a morte está sempre iminente. Nesse quesito vemos a qualidade da atuação da praticamente desconhecida Tatiana Maslany que dá para cada clone um atuação impecável, com trejeitos, olhares e até sotaques distintos. Juntem isso a um roteiro quase totalmente imprevisível e cheio de reviravoltas, e temos uma ótima visão sobre o tema, abordado de forma bem realista e condizente com a realidade atual.

Pra variar esperei a conclusão da primeira temporada para vê-la na integra e postar aqui alguma opinião. Ajudou o Netflix ter lançado a série completa também, mas a segunda temporada com certeza tentarei acompanhar os episódios conforme eles forem lançados.

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